Segurança: Reduz riscos de incêndio e acidentes elétricos.
Economia: Evita paradas inesperadas e custos com manutenção corretiva.
Confiabilidade: Aumenta a vida útil dos equipamentos e a continuidade operacional.
Prevenção: Permite planejar intervenções antes que o problema se torne crítico.
Conexões frouxas
Sobrecargas
Desequilíbrio de fases
Defeitos em contatos e disjuntores
Problemas de isolamento
ABNT NBR 15572 – Ensaios não destrutivos – Termografia
ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão
ABNT NBR 5419 – Proteção contra descargas atmosféricas
NFPA 70B (EUA) – Manutenção preditiva em sistemas elétricos
ISO 18434 – Monitoramento por termografia infravermelha
Periodicamente (manutenção preventiva)
Após aumento de carga do sistema
Em modificações de painéis ou transformadores
Quando houver indícios de aquecimento anormal
Vistoria in loco: Sem interromper a operação (com carga).
Captura de imagens: Uso de câmeras térmicas de alta resolução.
Análise técnica: Cruzamento de dados térmicos com a carga elétrica nominal.
Entrega do Laudo: Relatório detalhado com recomendações de correção prioritárias.
1. É necessário desligar as máquinas ou o painel para realizar a inspeção?
Resposta: Não. Pelo contrário, para que a termografia seja eficiente, o sistema deve estar em pleno funcionamento (com carga). Isso permite que a câmera identifique o calor gerado pela passagem da corrente elétrica. Se o sistema estiver desligado ou frio, as falhas não ficarão visíveis.
2. Qual a periodicidade ideal para realizar uma análise termográfica?
Resposta: Para a maioria das instalações industriais e comerciais, o recomendado é a realização anual. No entanto, em ambientes críticos (hospitais, data centers ou indústrias com processos químicos agressivos), recomenda-se a inspeção semestral.
3. O laudo de termografia é aceito por seguradoras e pelo Corpo de Bombeiros?
Resposta: Sim. Muitas seguradoras exigem o laudo termográfico anual para renovação de apólices de incêndio. Nossos laudos são emitidos por profissionais habilitados e seguem rigorosamente as normas NBR e NFPA, servindo como documento oficial de comprovação de manutenção preditiva.
4. O que exatamente é um "ponto quente"?
Resposta: Um ponto quente é uma anomalia térmica. Ele indica um aumento de temperatura acima do normal em um componente (como um disjuntor ou cabo), geralmente causado por mau contato, oxidação, sobrecarga ou desequilíbrio de fases. Se não corrigido, esse ponto pode derreter o isolamento e causar um curto-circuito.
5. A termografia consegue ver "através" de paredes ou portas de painéis fechados?
Resposta: Não. A radiação infravermelha não atravessa superfícies sólidas como metal, vidros, policarbonatos, acrílicos, alvenaria etc. Para uma inspeção precisa, as portas dos painéis devem ser abertas, proteções de metal, vidro ou termoplásticas devem ser retiradas (seguindo todas as normas de segurança, como a NR-10) para que o sensor tenha linha de visão direta com os componentes.
6. Qual a diferença entre termografia e manutenção preventiva comum?
Resposta: A manutenção preventiva comum muitas vezes exige o desligamento e o reaperto manual de todos os parafusos. A termografia (manutenção preditiva) identifica exatamente qual parafuso está frouxo através do calor, evitando desgastes desnecessários nos componentes que estão bons e permitindo uma intervenção cirúrgica sem paradas não programadas.
7. Recebo um relatório após a inspeção? O que ele contém?
Resposta: Sim. Você recebe um Relatório Técnico detalhado contendo a foto visual e a foto térmica de cada ponto analisado, a temperatura registrada, o nível de criticidade (Normal, Atenção ou Urgente) e a recomendação técnica para a correção do problema, com base na suportabilidade indicada por normas e fabricantes.